domingo, 25 de abril de 2010

Qualidade de vida:depende de você











Qualidade de vida: depende de você!
Sem esquecer que é preciso buscar prazer e felicidade na vida.

Qualidade de Vida é mais do que ter uma boa saúde física ou mental. É estar de bem com você mesmo, com a vida, com as pessoas queridas, enfim, estar em equilíbrio.
Isso pressupõe muitas coisas; hábitos saudáveis, cuidados com o corpo, atenção para a qualidade dos seus relacionamentos, balanço entre vida pessoal e profissional, tempo para lazer, saúde espiritual etc.
Ser competente na gestão da própria saúde e estilo de vida deveria fazer parte das prioridades de todos.
Auto Cuidado é cuidar-se de si mesmo, buscar quais são as necessidades do corpo e da mente, melhorar o estilo de vida, evitar hábitos nocivos, desenvolver uma alimentação sadia, conhecer e controlar os fatores de risco que levam às doenças, adotar medidas de prevenção de doenças. Todas essas ações visam à melhoria da qualidade de vida.
Aqui vão 10 dicas que podem ajudar a manter o seu bem estar físico e emocional. Vale a pena tentar!
1-Se alimente bem
2 - Harmonize sua casa
3 - Fique atento a você mesmo
4 - Utilize seus talentos
5 - Pratique alguma atividade física
6 - Faça meditação
7 - Nunca perca seus objetivos
8 - Estabeleça contato com a natureza
9 - Aceite a vida
10 - Reze do modo que preferir

domingo, 18 de abril de 2010

Criatividade

Através do teatro o aluno apresenta a forma como apreendeu o conteúdo
Trabalhar a criatividade é uma forma de deixar qualquer aula mais dinâmica e proveitosa, pois incentiva os alunos a participarem com maior dedicação.
Sem se preocupar com a disciplina, estimular a criatividade é uma forma dos professores darem a chance de seus alunos irem atrás do conhecimento, de fazerem descobertas, de identificarem elementos fundamentais para se comprovar as teorias e os conteúdos escolares.
Hoje em dia a visão de educação mudou muito e os professores não são mais vistos como os detentores do saber, mas aqueles que promovem situações de circulação do conhecimento dentro da sala de aula.
Os alunos são cheios de ideias e intenções, mas muitas vezes os professores não permitem que os mesmos as exponham, impedindo o que poderia se transformar numa aula maravilhosa.
Apresentar trabalhos em forma teatral é uma maneira de propor o desenvolvimento dessa habilidade e a exposição pode se tornar um elemento fundamental para a aprendizagem.
Além disso, conhecer os vários gêneros teatrais, como: tragédia, comédia, drama, romântico, sátira, musical, marionetes e fantoches, evangélicos, pantomimas, monólogos; enriquecerá o lado cultural dos alunos.
Partindo de um conteúdo específico, o professor pode propor que um único grupo faça uma apresentação para o restante da turma. Dessa forma, o trabalho não ficará cansativo, como quando todos da sala apresentam a mesma matéria.
Ao iniciar o ano letivo, o docente poderá propor as apresentações como rodízio, mas os combinados devem ir de encontro com o interesse dos estudantes.
Com o desenvolvimento desse projeto, além do grupo que apresenta ter que dominar o conteúdo, os outros colegas da sala poderão esclarecer suas dúvidas sobre a matéria, podendo levantar perguntas e discussões após as apresentações.
Os alunos adoram esse tipo de trabalho, pois quebra a rotina do dia a dia na escola, na sala de aula, que se torna cansativa ao longo do ano letivo.
Até para aqueles que apresentam problemas de indisciplina, o estudo torna-se agradável e mais eficaz, pois quando o mesmo é o responsável pela apresentação, leva com muita seriedade e responsabilidade o trabalho que tem que apresentar.
As apresentações devem ter tempo limitado, para não prejudicar o andamento das aulas. Vinte minutos é o tempo necessário para se fazer uma boa encenação, envolvendo todas as disciplinas da grade curricular, como história, geografia, matemática, português, língua estrangeira, química, biologia, informática, artes visuais, etc., bem como qualquer série de ensino fundamental e médio.
Elementos como cenários e roupas devem ser montados pelos próprios alunos do grupo, mas desde que o professor limite-os a evitar despesas desnecessárias. É bom lembrar que customizar roupas ou fazê-las em papel ou TNT traz ótimos resultados.
Com isso, os professores terão a oportunidade de demonstrar confiança nos alunos, nas matérias e conteúdos trabalhados, além de valorizar e incentivar o desenvolvimento do potencial criativo e imaginativo de crianças e jovens, levando aos mesmos o benefício de ter uma autoestima elevada.
E os resultados serão mesmo satisfatórios e surpreendentes! Experimente!
Por Jussara de BarrosGraduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Veja Mais!
Colegas deem uma olhada nesse link:http://www.educador.brasilescola.com/

Dia do Livro Infantil e de Monteiro Lobato

Olá , pessoal não poderíamos deixar passar em branco essa data que se refere ao livro nosso sempre amiguinho que irá nos acompanhar no decorrer da vida escolar.



Vamos recoradar do nosso amigo LETUSCO(carrinho móvel da leitura) e a saudosa Emília.



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Estamos convidando vocês para virem até a nossa Biblioteca!
Usem esse espaço ele é seu !
Aguardem nossa caixinha da leitura! A ".........."????




quarta-feira, 14 de abril de 2010

Bullying

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 Peça teatral "Bullying não é brincadeira é crime"


Home iGEducação › Notícia
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Notícia
Quase 30% dos estudantes brasileiros já sofreram agressão na escola
14/04 - 17:05 Carolina Rocha, iG São Paulo
Pesquisa nacional realizada com 5.168 estudantes de todo o Brasil mostra que 28% dos alunos foram vítimas de maus tratos por parte de colegas ao menos uma vez no ano de 2009. A pesquisa "Bullying escolar no Brasil" foi apresentada nesta quarta-feira pela organização não-governamental Plan Brasil.
Segundo a pesquisadora Cléo Fante, que ajudou na elaboração do estudo, quando a ocorrência de agressões persiste por mais de três vezes durante um ano letivo ela se caracteriza como bullying.
As três ocorrência de agressão aconteceram com 17% dos entrevistados. Segundo a pesquisa, 10% sofreram como vítimas, 10% como agressores e 3% deles atuaram de ambas as formas. "O Brasil não está muito longe dos índices internacionais. Na Europa, a média é de 20%. Nos EUA chega a 30% de incidência nas escolas", relata a pesquisadora.
O Sudeste é a região do Brasil em que há mais incidência de bullying. Segundo a pesquisa, 15,5% dos alunos foram vítimas de algum tipo de violência, verbal ou física, na escola, praticada por outros alunos, sem que a vítima tenha dado algum motivo. A segunda região onde ocorre mais bullying é o Centro-Oeste, com 11,7% de vítimas, seguida do Sul (8,4%), Norte (6,2%) e Nordeste (5,4%).
A pesquisa ficou focada na faixa etária dos estudantes do ensino fundamental II, pois, segundo a pesquisadora, esta é uma fase em que os estudantes conseguem identificar o que acontece com eles. “A partir da 5º série os casos aumentam, mas sabemos que o aluno não passa por uma transformação quando muda de série. Ele provavelmente já estava passando por algum problema durante o ensino fundamental e acabou eclodindo nesta fase”, analisa Cléo.
Segundo ela, a prática do bullying no ensino médio é menor que no ensino fundamental II, pois “nessa fase os alunos repelem esse tipo de atitude e, aquele aluno que praticava o bullying para ser popular, passa a ser excluído”.
Causas
De acordo a pesquisadora, a grande dificuldade para tratar o problema nas escolas é quanto a identificação do que é bullying. “Os dados mostram que muitos alunos consideram o que estão fazendo como brincadeira. Uma parte dos entrevistados disse que nem sabe o motivo de estar maltratando um colega. O que precisa ser destacado é que bullying não é brincadeira. Brincadeira é algo em que todo mundo se diverte e não algo em que um grupo se diverte à custa de um indivíduo”, explica a especialista.
A pesquisa mostra que a reação dos alunos às agressões é bastante diferente entre meninos e meninas. Os garotos, que são os que mais sofrem bullying, encaram os maus tratos como “brincadeiras” (71,8%). A maioria dos que sofreram a violência diz que “não sentiu nada” (64,9%) ou que “se sentiu bem” (60,3%).
Entre as meninas, a sensação depois de sofrer o bullying é de medo (57,3%), tristeza (61,8%) e mágoa (62,4%).
Cyberbullying
A violência praticada por meios digitais aparece com números significativos na pesquisa: 17% dos entrevistados disseram que já sofreram algum tipo de violência deste tipo durante 2009.
O número pode ser ainda maior, segundo explicou a pesquisadora. "Os meios digitais são muito difícieis de se controlar. Não dá para saber exatamente o que acontece, nem mesmo se o agressor é da mesma faixa etária que o agredido (neste caso, a agressão não seria caracterizada bullying). Além disso, o acesso aos meios digitais cresce todo momento e as pesquisas acabam ficando sempre defasadas", explica.

PROERD








Na primeira quinzena de abril do corrente ano nossa escola ingressou no PROERD.O programa Educacional da Brigada Militar/RS coordenado em Santiago pela Sargento Marisa Ninaus Ribeiro.
O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência consiste em um esforço cooperativo dos Policiais formados pelo Programa, Educadores, Pais e Comunidade para oferecer atividades educacionais em sala de aula, a fim de prevenir ou reduzir o uso de drogas e a violência entre crianças e adolescentes. A ênfase deste programa está em auxiliar os alunos a reconhecerem e resistirem às pressões diretas ou indiretas que os influenciarão a experimentar álcool, cigarro, maconha, inalantes ou outras drogas, bem como àquelas para se engajarem em atividades violentas.
O Programa oferece estratégias preventivas para reforçar os fatores de proteção, em especial referentes à família, à escola e à comunidade, que favorecem o desenvolvimento da resistência em jovens que poderiam correr o risco de se envolverem com drogas e problemas de comportamento.
Pesquisadores identificaram fatores sociais e protetores ligados à família, escola e comunidade, os quais fortalecem essa resistência nos jovens, em outras palavras, a capacidade de jovens crescerem de forma independente e saudável, apesar de condições adversas.Esta estratégia concentra-se no desenvolvimento da competência social, habilidades de comunicação, autoestima , empatia, tomada de decisões, resolução de conflitos, objetivo de vida e independência, alternativas ao uso de drogas e outros comportamentos destrutivos.
O Programa é organizado em 10 aulas de 60 minutos, que serão ministradas, obrigatoriamente, por um Policial Militar fardado, com auxílio e acompanhamento do professor.
A participação do estudante no PROERD pode ser considerada como parte integrante do currículo, oferecendo assuntos como: saúde, ciências, estudos sociais, literatura e outros. O professor deve manter um papel de apoio na classe, enquanto o policial está em aula.
As lições são desenvolvidas em sala de aula, por um Policial Militar com o acompanhamento e auxílio do professor(a) e de forma interdisciplinar, que busca desenvolver na criança e no adolescente capacidades sociais e habilidades, que possibilitem a estas manter-se afastadas das substâncias psicoativas e da violência, compartilhando conhecimentos e técnicas sobre como resolver conflitos, ser seguros, tomar decisões por si próprios e resistir à pressão para experimentarem as drogas.
As metodologias aplicadas além do apoio didático do Livro do Estudante PROERD, é privilegiada a aprendizagem ativa através de encenações teatrais, trabalhos em grupos e individualizados, que visam estimular os alunos a terem um olhar crítico das situações do dia-a-dia, ainda são trabalhos valores como: limites, disciplina, amizade e amor, cidadania, bem como a importância da família para cada um de nós.
A escola sempre foi e sempre será um local onde o aluno tem de encarar certas frustrações e viver algumas tensões, como:
Os pais se atrasam para buscar a criança, e ela espera achando que será abandonada;
Problemas com notas e disciplina;
Brigas entre alunos;
Ferimentos pela prática de esportes.
Em contrapartida a estas tensões, a escola deve, obrigatoriamente, ser um local que forneça oportunidades prazerosas à criança, desde o tratamento afetivo entre professor e aluno, até atividades lúdicas e educacionais, que façam com que a criança sinta-se envolvida em um grupo, tenha atenção, sinta-se útil e querida.
O aprendizado cooperativo é uma importante estratégia utilizada pelo PROERD e consiste na divisão da sala em grupos de alunos, atribuindo-lhes funções e permitindo aos membros dos grupos a resolução de problemas. Tais atividades contribuem para atender as necessidades de afeto, reconhecimento, respeito e sentimento de autoestima.
Uma parte importante do programa é envolver os pais ou responsáveis nas atividades, sendo que, na primeira lição, é encaminhada mensagem por intermédio do aluno. Os pais tomam conhecimento do programa em que seu filho participará, havendo, ainda, durante os trabalhos, reuniões com os pais ou responsáveis.
http://www.brigadamilitar.rs.gov.br/proerd/index.html




quinta-feira, 1 de abril de 2010

Peça Teatral:O coelhinho que não era de Pàscoa

Peça Teatral:O coelhinho que não era de Pàscoa


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A peça teatral O coelhinho que não era de páscoa fez uma reflexão sobre o sentido da Páscoa que muitas vezes está condicionada a comercialização de ovos de chocolate,adaptada do livro de Ruth Rocha.
Parabéns aos alunos que participaram: Cristina,Leonardo,Dienifer,Jaqueline,Meline,Leomara, Larissa,Gabriela, Natanael,Diéssica,Stéfani ,Vanessa e Vinicius coordenados pela professora Luciane Severo Lencini.

Celebração de Pàscoa







































PÁSCOA É...
Páscoa é ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer toda sorte de sofrimento.
Páscoa é dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.
Páscoa é ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida que vence a morte.
Páscoa é renascimento, é recomeço,
É uma nova chance pra gente melhorar
As coisas que não gostamos em nós.
Para sermos mais felizes por conhecermos A nós mesmos
mais um pouquinho e vermos
Que hoje somos melhores do que fomos ontem.

EQUIPE DIRETIVA 2010